Necrologia

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Frei João Guimarães de Freitas

03/04/1932
09/02/2008

* Penápolis-SP, 03.04.1932
+ Piracicaba-SP, 09.02.2008

Frei João (Frei Salvador) nasceu em Penápolis-SP, aos 3 de abril de 1932. Era filho de Fernando Guimarães de Freitas e Rosa Bosco. Foi batizado por Frei Vito de Martignano na capela Santo Antônio de Saltinho aos 15 de maio de 1932 e crismado por Dom Henrique César Fernandes de Mourão, em Garça-SP, aos 29 de outubro de 1937. Fez a primeira Eucaristia em Saltinho. Cursou os primeiros estudos em Saltinho e no Educandário Coração de Maria, em Penápolis. Entrou para o Seminário São Fidélis de Piracicaba no dia 23 de janeiro de 1946.

Noviciado e Profissão

Vestiu o hábito franciscano capuchinho, no convento Santa Clara, Taubaté, iniciando o noviciado aos 9 de janeiro de 1951. Foi seu Mestre Frei Marcos Brevi. Emitiu a profissão simples (temporária), perante Frei Plácido Bruschetta, no convento de noviciado, no dia 10 de janeiro de 1952. Fez a profissão solene (perpétua), perante Frei Anselmo Donei, Ministro Provincial, no convento São José, Mococa, aos 11 de janeiro de 1955.

Filosofia, Teologia e Ordenação

Estudou Filosofia, em Mococa, nos anos 1952 a 1954 e Teologia em São Paulo, convento Imaculada Conceição, nos anos 1955 a 1958. Recebeu a Primeira Tonsura conferida por Dom Antônio Ferreira de Macedo, CSSR, em São Paulo, no dia 17 de dezembro de 1955. Dom Paulo Rolim Loureiro conferiu-lhe as ordens de Ostiário e Leitor, em São Paulo, aos 24 de junho de 1956 e as ordens de Exorcista e Acólito, em São Paulo, aos 22 de setembro de 1956. Foi ordenado Subdiácono por Dom Paulo Rolim Loureiro, em São Paulo, no dia 21 de dezembro de 1957 e Diácono por Dom Vicente Marchetti Zioni, em São Paulo, a lº de março de 1958. Recebeu a Ordenação Sacerdotal pela imposição das mãos de Dom Antônio Ferreira de Macedo, CSSR, na igreja Imaculada Conceição, São Paulo, no dia 6 de julho de 1958. Concluiu os estudos em São Paulo em dezembro de 1958.

Ministério sacerdotal

Durante quase 50 anos, Frei João Guimarães exerceu o ministério sacerdotal a serviço da Igreja, Povo de Deus, e da Província dos Capuchinhos de São Paulo, em vários conventos e paróquias. Concluídos os estudos, no primeiro ano de ministério, em janeiro de 1958, foi para o Seminário São Fidélis de Piracicaba, como confessor dos seminaristas e capelão da Santa Casa. No ano seguinte, em janeiro de 1960, foi transferido de Piracicaba para o convento Santa Clara, Taubaté, onde exerceu o cargo de Auxiliar do Mestre de Noviços, e Comissário Distrital da Ordem Terceira (OFS). Quatro anos depois, em janeiro de 1964, foi ser vigário cooperador (paroquial) na paróquia Santo Antônio de Vila Alpina, em Santo André. Aí permaneceu até novembro do mesmo ano, sendo transferido para Pereira Barreto, onde foi vigário cooperador (paroquial) e Diretor da Ordem Terceira (OFS).

Guardião e pároco

No triênio de 1969 a 1971, Frei João foi constituído guardião da Fraternidade e vigário paroquial (pároco) da paróquia de Pompéia, diocese de Marília. Em janeiro de 1969 iniciou lá o seu ministério. Terminado o triênio, continuou em Pompéia no triênio seguinte, por mais um ano, como vigário cooperador (paroquial). Em 1973, foi para Petrópolis-RJ, onde cursou o CEFEPAL. Terminado o curso, recebeu transferência para Birigui, como vice-guardião até dezembro de 1980.

Piracicaba

De Birigui, em janeiro de 1981, foi transferido para o convento Sagrado Coração de Jesus, em Piracicaba. Recebeu o cargo de vice-guardião. Em janeiro de 1984, com residência no convento Sagrado Coração de Jesus, foi nomeado vigário paroquial (pároco) da paróquia Santa Catarina, em Piracicaba. No ano seguinte, 1985, foi constituída uma fraternidade no bairro Santa Catarina, em Piracicaba. Frei João continuou como vigário paroquial (pároco) da paroquia, residindo nessa fraternidade. Em 1986, voltou para o convento Sagrado Coração de Jesus, exercendo o ministério de vigário paroquial (pároco) de Santa Catarina. Seis anos em Piracicaba, sempre disponível às necessidades da diocese e da Província.

Vice-guardião e vigário paroquial

Estes serviços de vice-guardião e vigário paroquial lhe foram confiados ao ser transferido de Piracicaba para Pereira Barreto, em janeiro de 1987. Em 1990, recebeu transferência para a Fraternidade Nossa Senhora do Rosário, como formador dos estudantes e vigário paroquial da paróquia São Francisco de Assis, em Nova Veneza. O Capítulo Provincial no final de 1989 aprovou a formação de uma fraternidade em Campinas. Em janeiro de 1990, como membro desta fraternidade, Frei João deu atendimento pastoral em Campinas. Tal experiência durou menos de um ano. Em novembro de 1993, Frei João foi ser guardião do convento Nossa Senhora de Lourdes, em Botucatu. No início do triênio seguinte, em janeiro de 1996, foi ser vigário paroquial na paróquia Nossa Senhora das Dores, em Cândido Mota, onde permaneceu até dezembro de 2001.

Formador

Aos 11 de dezembro de 2001, o Definitório Provincial organizou as disposições das famílias religiosas para o triênio 2002 a 2004. Frei João foi transferido para o convento Santa Clara de Taubaté. Foi colaborar com a formação da Província, como Diretor dos pós-noviços estudantes em Taubaté. Durante o triênio, além de formador, trabalhou muito nas missões franciscanas da Província.

Penápolis

O grande desejo de Frei João era morar no convento e trabalhar na paróquia São Francisco de Assis, em Penápolis, sua terra natal. Guardava este sonho no silêncio do coração. Daí a imensa alegria ao ser transferido para lá em dezembro de 2004, como Mestre dos Aspirantes e Vigário Paroquial durante o triênio de 2005 a 2007. Nas transferências de dezembro de 2007, permaneceu em Penápolis até falecimento no dia 9 de fevereiro de 2008.

Falecimento

Comemoraria 50 anos, Bodas de Ouro de ordenação sacerdotal, no dia 6 julho de 2008, ano centenário da fundação de Penápolis. Parece que o desejo e o entusiasmo em celebrar seu jubileu, juntamente com as comemorações jubilares de 100 anos de sua cidade natal, lhe deram forças para vencer quanto pôde a enfermidade que o consumia há alguns anos. O mal do câncer foi mais forte e o jubileu de sua ordenação e centenário de sua cidade foram por ele comemorados no céu. Os médicos evitavam leva-lo para a UTI para poupá-lo de maiores sofrimentos. Às vésperas do falecimento foi levado para o hospital e internado no quarto com um frade enfermeiro de acompanhante. Frei Evaldo e Frei Arnaldo se alternavam e estavam sempre ao seu lado. Ao deixar a Fraternidade Nossa Senhora dos Anjos, despediu-se do Guardião, dos frades e funcionários. Agradeceu ao Guardião, aos enfermeiros, à cozinheira, o zelo e carinho demonstrados a ele. Depois de longo e penoso calvário suportado com uma fé profunda e conformado com a vontade Deus, sem reclamar, confortado pelo sacramento da Unção dos Enfermos, Frei João Guimarães de Freitas faleceu na madrugada do dia 9 de fevereiro de 2008. Do hospital seu corpo foi levado para ser sepultado em Penápolis sua terra natal onde residia há alguns anos.

Missionário bom e fiel

Merece destaque especial seu trabalho missionário, tanto nas missões franciscanas atuais, como nos trabalhos pastorais nas paróquias e na formação. Nunca recusou pedido algum do coordenador das missões, nem do guardião ou do pároco. Outro destaque importante foi a sua presença nos eventos da Província. Seus compromissos nas paróquias e nas casas de formação nunca o impediram de participar das missões e das atividades da Província. Participava plenamente de tudo. Mostrava muito amor a todos os frades, à Província, à Ordem e à Igreja. Amava ao próximo de coração sincero. Todos nós sabemos que nas celebrações e nos plenários das assembléias, quando os dirigentes deixavam momentos abertos para a participação dos frades, geralmente Frei João era o primeiro a fazer uma oração ou usar a palavra para manifestar sua opinião.

Frei Joaquim Dutra Alves, O.F.M Cap

Frei Vital de Primiero

27/09/1884
13/02/1937

* Primiero (Itália), 27.09.1884
+ Taubaté-SP, 13.02.1937

Frei Vital de Primiero (Ângelo Meneghetti) nasceu a 27 de setembro de 1884. Filho de Vitório Meneghetti e Cristina Dellantonio. Entrou para o seminário em janeiro de 1902. Vestiu o hábito a 4 de fevereiro de 1904; no ano seguinte, a 7 de fevereiro, profissão simples; solene, a 26 de fevereiro de 1908. Ordenado sacerdote a 6 de março de 1909, com Frei Luís de Santana.

Concluídos os estudos fica em São Paulo. Em 1913 é nomeado professor do Colégio Seráfico em Taubaté. Nesse mesmo ano, em outubro, é transferido para Penápolis. Em 1914, Botucatu. Em 1918, novamente Penápolis, onde, em setembro de 1919 é nomeado superior e vigário. Em agosto de 1921 é nomeado guardião em Taubaté. Nesse mesmo ano, em julho, é eleito conselheiro do comissariato. De agosto de 1922 a agosto de 1924 é Diretor do Colégio Seráfico em São Manoel e depois, em São Paulo. Concluído o período de diretor em 1924, vai a Piracicaba como superior do convento até 1927. De 1930 a 1933, superior e vigário em Santos onde levantou as paredes da igreja do Embaré. Em 1935 é novamente guardião em Piracicaba, sucedendo Frei Jacinto de Prada que falecera a 4 de fevereiro desse ano.

Homem de longa visão, pedagogo esmerado, cultura ampla, Frei Vital era o homem do pensamento e da ação, unidos a uma profunda vida interior. Deu grande impulso à educação no seminário, com visão nova e capacitada. Era de grande eloqüência. Nem sempre suas idéias batiam com as dos demais coirmãos, o que deverá ter-lhe causado muitos aborrecimentos.

Após muitos trabalhos e uma vida cheia de méritos, em agosto de 1936 Frei Vital foi prostrado por um colapso, retirando-se em descanso e tratamento em Itanhaém e depois em Taubaté, onde veio a falecer a 13 de fevereiro de 1937.

Frei Alexandre Toniolli

13/06/1909
13/02/1975

* Bedollo (Itália), 13.06.1909
+ SãoPaulo-SP, 13.02.1975

Frei Alexandre (José Toniolli) nasceu em Bedollo, aos 13 de junho de 1909. Era filho de Bartolomeu Toniolli e Ana Eugeni. Foi batizado no mesmo dia. Entrou para o Seminário aos 4 de outubro de 1921, em Trento. A vestição foi aos 27 de junho de 1934, em Arco. Teve como mestre Frei Marcos de Cognola. Votos solenes em Trento, aos 16 de junho de 1930. Estudos filosóficos em Rovereto (1925-1927). Teologia em Trento, de 1928 a 1931. Ali recebeu também as ordens menores em dezembro de 1928, de Dom Celestino Endricci, e o diaconato aos 6 de dezembro de 1931, na igreja do SSmo. Sacramento. Ordenado sacerdote pelo mesmo bispo, a 18 de março de 1932. Em junho desse ano terminou os estudos.

Frei Alexandre chegou a São Paulo aos 23 de dezembro de 1932. Nesse dia chegava o visitador geral Frei Jacinto de Trieste, e o secretário Frei Heliodoro de Inzago. Frei Alexandre era condiscípulo de Frei Evaristo. A partir dos anos abaixo, exerceu os seguintes ofícios:

1932: Prof. de Teologia; janeiro 1936, prof. Filosofia, em Mococa; em 1940, Prof. em Piracicaba; - dezembro 1942: guardião em São Paulo, e também vigário. Janeiro 1954: guardião em Piracicaba; - dezembro 1956: guardião em Santos; janeiro 1960, ecônomo provincial; março - 1962, guardião em Piracicaba; dezembro 1962: vigário cooperador, organista, em São Paulo; janeiro 1966: guardião em Taubaté; fevereiro 1969: vigário paroquial em Vila Alpina, Santo André. Em 1971 vai residir em Santos, como vigário cooperador. Como professor lecionou Dogma, Direito, Grego, Música..

Recolhido ao sanatório Santa Catarina, em São Paulo, faleceu, repentinamente, aos 13 de fevereiro de 1975, às 15,30 hs. vitimado por um enfarte do miocárdio.

Frei Donato de Colina

25/12/1919
14/02/1968

* Colina-SP, 25.12.1919
+ Mococa-SP, 14.02.1958

Frei Donato de Colina (Natal Bozza) nasceu no dia de Natal, 25 de dezembro de 1919. Era filho de Eugênio Bozza e Maria Pelizari. Batizado aos 2 de janeiro de 1920, em Colina, São Paulo, diocese de Jaboticabal. Vestiu o hábito em Piracicaba, aos 15 de dezembro de 1937. Iniciou Noviciado aos 6 de julho de 1938, na mesma cidade, tendo como Mestre Frei Felicíssimo. Votos simples aos 8 de julho de 1939; solenes, aos 25 de agosto de 1942, perante Frei Plácido Bruschetta (de Descalvado).

Exerceu os cargos de auxiliar de cozinha no Seminário São Fidélis, em Piracicaba, a partir de Julho de 1939; porteiro e sacristão em Botucatu, a partir de 1942; - auxiliar de sacristia em Santos, 1944; - Cozinheiro em São Paulo, 1945; - Cozinheiro em Penápolis, 1946; alfaiate e cozinheiro em São Paulo, 1948; - sacristão e cozinheiro em Piracicaba, 1950; - auxiliar no Lar Franciscano de Menores, em Piracicaba, 1953. Cozinheiro e esmoler em Mococa, em 1957. Faleceu aos 14 de fevereiro de 1958, em Mococa, vitimado pela explosão de uma bomba caseira que estava fabricando.

Sempre em atividades, Frei Donato percorria as fazendas e sítios em Mococa, esmolando para o Seminário Seráfico (Colegial) que ali se instalara desde 1955. No dia de sua morte, primeira sexta-feira do mês, como de costume, havia retiro para os religiosos. O Guardião Frei Tiago de Cavêdine, após a leitura da Santa Regra no refeitório, convidara Frei Donato a renovar sua profissão, como era de praxe, escolhendo um dos religiosos presentes. Após as Vésperas, Frei Donato fora para sua oficina. Momentos depois, ouviu-se violentíssima explosão. Estilhaços o perfuraram. Ainda conversando, foi levado para a Santa Casa; ainda pode confessar-se, receber a santa Unção, tempo suficiente para depois morrer. (R. V. julho 1958, p. 24). AONC, 74, 98.

Uma rua em Leme (SP) traz o nome de Frei Donato.

Frei Ambrósio Virgílio Luz

16/07/1915
16/02/1981

* Bebedouro-SP, 16.07.1915
+ Piracicaba-SP, 16.02.1981

Frei Ambrósio (José Virgílio de Oliveira Luz) nasceu em Bebedouro, na paróquia São João Batista, aos 16 de julho de 1915. Era filho de Carlos Virgílio de Oliveira Luz e Francisca Ferraz do Amaral. Batizado aos 21 de agosto de 1915 pelo Padre Francisco Garande. Crismado aos 24 de junho de 1922 em Bebedouro, por Dom José Marcondes Homem de Mello. Primeira eucaristia na Igreja Sagrado Coração de Jesus de Piracicaba, em 1928. Primeiros estudos em Colina e em Barretos. Entrou para o Seminário Seráfico aos 14 de fevereiro de 1930. Vestição a 2 de fevereiro de 1936, em Piracicaba, tendo como mestre o Frei Felicíssimo de Prada. Votos simples a 3 de fevereiro 1937; solenes, a 4 de maio de 1940 perante Frei Plácido Bruschetta. Filosofia em Mococa (1937-1939); Tologia em Mococa (1940-1942) e em São Paulo (1943). Nessa mesma cidade recebeu as ordens menores, de Dom Manoel Silveira D’Elboux, em 1942. Diaconato em São Paulo aos 8 de março de 1943, por Dom José Gaspar de Afonseca e Silva. Ordenado Sacerdote em Botucatu, aos 18 de setembro de 1943, por Dom Frei Luís de Santana. Concluiu os estudos em São Paulo, novembro de 1943.

Frei Ambrósio deixou uma longa folha de serviços prestados à Ordem e à Igreja. Logo após a Ordenação, foi para o Seminário de Piracicaba, como professor, em 1944. Em 1945, está em Penápolis, encarregado do pré-seminánio que então lá se instalara, orientando as crianças; ao mesmo tempo era professor no Colégio Estadual local (filosofia), responsável pela construção da torre, dedicando-se também a reformas ou construções de capelas, como: Jatobá, São Martinho, Bonito do Meio, Alto Alegre, Bonito de Baixo, Brejo Alegre e outras... de certa maneira continuando a missão do antigo Frei Domingos de Riese, do qual já tratamos por extenso. Como os demais frades, Frei Ambrósio percorria a região toda da Noroeste pregando missões, substituindo vigários, atendendo especialmente as capelas rurais em Araçatuba, Glicério, Mirandópolis, Guararapes, Bauru, Pongaí, Guaraçai... e outras.

Em 1951 é transferido para o Seminário de Piracicaba, como vice-diretor, mestre de disciplina, responsável pela construção da Casa de Férias em São Pedro, professor de Língua Portuguesa. Em 1957 é transferido para Votuporanga como responsável pela construção da Matriz e como vigário paroquial. No ano de 1959, está no Seminário São Fidélis, responsável pelas obras do Seminário São Francisco de Nova Veneza. Posteriormente, nós o encontramos em Dracena (1964); Cândido Mota (1966): cooperador e encarregado de Florínea e da construção da matriz da mesma paróquia; Pompéia (1969); Santo André (1972); em 1975, residindo em Santo André, encarregado de Eldorado, até final de 1979. Enfim, Cândido Mota, em 1980, de onde é transferido para São José do Rio Preto, em princípios de 1981.

Faleceu em acidente automobilístico, aos 16 de fevereiro de 1981, juntamente com Frei Cirilo Bergamasco, Frei Francisco A. Perin, Frei Jorge Patrezi e o Sr. Luís Bergamasco. O desastre ocorreu por volta das 9,55 h. na pista asfaltada que liga Piracicaba a Rio Claro, quando iam participar de uma reunião de superiores locais em Nova Veneza.

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